Depois de conhecer os mais icónicos locais (turísticos) de Nova Iorque, era tempo de visitar mais alguns dos seus célebres bairros, mas não sem antes passar por um dos mais notáveis museus – o Guggenheim – e assistir a um dos espectáculos da mítica Broadway (sim, é bastante complicado não exagerar nos adjectivos ao escrever sobre Nova Iorque). Os últimos dias em Manhattan foram assim pautados por um regresso menos apressado a determinados lugares, passeios prolongados por algumas zonas e uma tentativa de compreender e desfrutar da vida desta inesgotável cidade.

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guggenheim

The Solomon R. Guggenheim Museum

Nova Iorque está pejada de museus, pelo que qualquer estadia mais curta na cidade, como a minha foi (8 dias), leva-nos forçosamente a ter de optar. Mas passar por Manhattan sem conhecer o NY Guggenheim, o primeiro da fundação Solomon R. Guggenheim, seria sacrilégio.

Apesar de quase engolido pelos prédios que o rodeiam, a arquitectura deste centro de Arte Contemporânea, projectado pela mão de Frank Lloyd Wright, destaca-se (não passando, de todo, despercebida). Além das exposições temporárias, é lá que poderão ver obras de Kadinsky, Chagall, Delaunay, Paul Klee, Mondrian, Picasso, Modigliani, entre tantos outros. 

guggenheim

guggenheim new york

Como fica junto ao Central Park, pode ser encaixado no mesmo dia. Nós, que já lá tínhamos passado dias antes (ver aqui o roteiro), aproveitámos para regressar uma última vez a este maravilhoso e tranquilo parque dentro desta impetuosa cidade.

central park new york

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Greenwich Village: o lado familiar de Manhattan

Depois da azáfama entre todos os “must-see” numa primeira ida a Nova Iorque, o tempo que restava era pouco. Os lugares por conhecer eram ainda muitos, pelo que tivemos de optar. Dirigi-mo-nos então a Greenwich Village.

Poucos momentos depois de sair do metro percebemos que estamos num outro mundo (um dos tantos que compõem Manhattan), diferente de tudo o que tínhamos visto antes. Prédios baixos de fachadas cuidadas em tijolo pintado de várias cores é a regra, com as típicas escadas entre a porta e a rua, rua essa composta por árvores espalhadas por ambos os lados. Foi um passeio calmo e demorado, este. Entre ruas bonitas e cuidadas, restaurantes e cafés convidativos e algumas lojas, foi fácil perceber que este seria um lugar onde facilmente viveria.

Além do Whitney Museum of American Art, o High Line Park, o apartamento da Carrie Bradshaw do Sex and the City (64 Perry St) ou o da série Friends (no cruzamento entre a Groove St e a Bedford St), um dos highlights de Greenwich Village é o Washington Square Park. É deste parque que a 5th Avenue parte, mas o que lhe dá encanto é o seu ambiente: entre a música jazz que ecoa por todo o lado, os risos de crianças e as pessoas a conversar; entre turistas e locais, uns a repousar nos bancos de jardim e outros a refrescar no lago central, descobre-se um lado familiar de Manhattan – um que desconhecíamos e com que é fácil nos identificarmos.

greenwich village

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greenwich village

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washignton square park

washington square park

Inevitavelmente… a Broadway

Sacrilégio também é sair de Nova Iorque sem assistir a pelo menos um espectáculo da Broadway. Por isso, no penúltimo dia, dirigi-mo-nos às longas filas de compra de bilhetes na Times Square (a TKTS), onde vendem ingressos com descontos para sessões no próprio dia. Haverá certamente outras formas de comprar bilhetes mais baratos (ou menos caros) para a Broadway, tal como também existem musicais mais baratos do que aquele que escolhemos – os conhecidos como Off-Broadway são uma boa opção para quem quer ter a experiência mas não pode gastar muito -, mas queríamos e podíamos ter a experiência completa, pelo que assim fizemos.

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times square nyc

E foi assim que, pela primeira vez na vida, vi um musical: o Fiddler on the Roof . Apesar de não ser a maior apreciadora de musicais, dizer que adorei o espectáculo é pouco. Durante aquelas 2 horas e 45 minutos, que decorreram em menos de nada, passaram por mim todo o tipo de emoções. E por essa razão garanto que, ainda que o preço dos bilhetes seja desencorajador, a experiência vale completamente a pena. Como não levei a máquina fotográfica, as imagens (de telemóvel) têm uma qualidade vergonhosa – mas servem para perceber como é belo o interior do teatro. Foi uma experiência maravilhosa e, mesmo já depois do regresso a Portugal, fiquei alguns dias a cantarolar as músicas do espectáculo.

broadway

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